Astronautas são liberados a voltar para o segmento americano da ISS

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NASA continua a investigar o vazamento de ar na estação espacial.

Da esquerda para direita, o astronauta Chris Cassidy e os cosmonautas Ivan Vagner e Anatoly Ivanishin, confirnados no segmento russo da ISS.
Da esquerda para direita, o astronauta Chris Cassidy e os cosmonautas Ivan Vagner e Anatoly Ivanishin, confirnados no segmento russo da ISS. Crédito: Ivan Vagner/Roscosmos

Na manhã desta terça-feira, 25, a escotilha que separa os lados russo e americano da Estação Espacial Internacional (ISS) foi reaberta. Na sexta-feira passada, a NASA orientou que o astronauta Chris Cassidy e os cosmonautas Ivan Vagner e Anatoly Ivanishin ficassem confinados no segmento russo da ISS, para que fosse realizado um teste, depois que a agência espacial detectou um vazamento de ar acima do normal.

A previsão era que a reabertura da escotilha fosse realizada ontem, mas a NASA decidiu manter os astronautas por mais uma noite no módulo russo Zvezda, para prosseguir com os testes de vazamento.

Segundo Dan Huot, porta-voz da NASA, a agência continua a avaliar a situação e determinar quais tarefas deverão ser executadas pela tripulação ao longo da semana.

“A taxa [de vazamento de ar] ainda está dentro das especificações do segmento e não apresenta perigo para a tripulação ou para a estação espacial”, diz o comunicado da NASA.

O vazamento gradual de ar é comum na estação. Para isso, as missões de reabastecimento levam tanques de nitrogênio para pressurizar regularmente a atmosfera da ISS.

Em setembro de 2019, a NASA e outras agências parceiras notaram que essa taxa de vazamento estava ligeiramente elevada. Diante das operações de rotina da estação, incluindo caminhadas espaciais e trânsito de espaçonaves, levou um tempo para que fosse reunido dados suficientes para validar as medições.

Controladores em terra vão continuar a procurar a fonte do vazamento de ar na Estação Espacial Internacional.

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Sobre o Autor

Hemerson Brandão
Hemerson Brandão

Hemerson é editor-chefe do Futuro Astrônomo. Astrônomo amador há mais de 30 anos, cobre descobertas científicas, missões espaciais e observação do céu desde 2002, quando lançou um dos primeiros blogs de astronomia do Brasil. Tem formação em jornalismo e está se especializando em planetologia. Também é fã de Star Trek.