Governo Trump libera foto de OVNI na Lua durante a Apollo 17
Novos arquivos divulgados pelo Pentágono mostram relatos de flashes, partículas brilhantes e objetos não identificados.

Novos arquivos divulgados pelo Pentágono, o Departamento de Guerra dos Estados Unidos, nesta sexta-feira (8), reacenderam uma pergunta antiga da exploração espacial: astronautas da Apollo 17 viram OVNIs na Lua? Os documentos mostram relatos de flashes, partículas brilhantes e fenômenos estranhos durante a última missão tripulada ao solo lunar, em 1972.
Uma foto entra na mira do Pentágono
Em fevereiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou que órgãos federais publiquem documentos sobre objetos voadores não identificados. Em um post recente na Truth Social ele afirmou que a divulgação serve para que o “público revise e estude” esses arquivos.
“O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO? Divirtam-se e aproveitem [os novos arquivos]!”, afirmou Trump.
Jared Isaacman, atual administrador da NASA, também comentou a divulgação dos arquivos: “Aplaudo o esforço conjunto do Presidente Trump em todo o governo para trazer maior transparência ao povo norte-americano sobre fenômenos anômalos não identificados”.
Isaacman ainda disse: “A exploração e a busca pelo conhecimento são essenciais para a missão da NASA, enquanto nos esforçamos para desvendar os segredos do Universo.”
Entre os arquivos, o Pentágono publicou uma imagem que mostra três pontos brilhantes em formação triangular sobre o terreno lunar.
Nos arquivos, o órgão afirma que não há consenso sobre a natureza da anomalia. Uma análise preliminar do governo dos Estados Unidos sugere que o recurso na imagem pode corresponder a um objeto físico na cena. Veja em maior resolução:

O último pouso humano na Lua ganhou um novo detalhe
A Apollo 17 marcou a sexta e última vez em que astronautas caminharam na Lua. A missão levou Eugene Cernan, Harrison Schmitt e Ronald Evans ao espaço, com foco na coleta de amostras do regolito lunar.
O regolito é a camada de poeira e fragmentos de rocha que cobre a superfície da Lua. É como uma mistura de areia fina, vidro quebrado e restos de impactos cósmicos acumulados por bilhões de anos.
Mas os novos arquivos, disponibilizados no site do Pentágono, mostram que a tripulação também relatou fenômenos difíceis de explicar durante três dias seguidos.
Flashes no céu
De acordo com o USA Today, no primeiro dia de operações, Ronald Evans relatou “partículas ou fragmentos muito brilhantes” próximos da nave. Ele descreveu objetos à deriva, girando no espaço.
Harrison Schmitt comparou a cena a fogos de artifício, dizendo que parecia “o 4 de Julho”, feriado conhecido nos Estados Unidos por seus grandes espetáculos de luz.
No dia seguinte, Eugene Cernan relatou conjuntos de riscos luminosos e um flash intenso entre seus olhos. Ele comparou a luz a um farol de trem.
Nas três horas seguintes, Cernan observou mais flashes e um fenômeno em rotação. Para ele, aquilo parecia acompanhar objetos no espaço.
O mistério também apareceu na superfície lunar
No terceiro dia, Schmitt afirmou ter visto um flash na superfície da Lua, ao norte da cratera Grimaldi. A cratera aparece nos relatos como ponto de referência para localizar o fenômeno.
Os próprios astronautas levantaram uma explicação possível. Algumas luzes poderiam ter vindo de estágios separados do foguete Saturn V, usado para impulsionar a missão até a Lua.
Ou seja, os relatos não confirmam visita extraterrestre. Eles mostram, porém, que tripulações experientes viram fenômenos incomuns em um ambiente extremo.
Apollo 17 não foi caso isolado


Os documentos também citam missões como Apollo 11, Apollo 12, Gemini VII e Skylab.
Em 1965, por exemplo, durante a Gemini VII, Frank Borman relatou um “bogey”, termo usado para um objeto desconhecido. Jim Lovell, que futuramente comandaria a Apollo 13, descreveu um corpo brilhante contra o fundo preto do espaço, acompanhado por trilhões de partículas. Em anotações manuscritas, o episódio aparece marcado como “avistamento de OVNI por Borman”.
O novo lote de arquivos do governo dos EUA não resolve o mistério. Mas mostra que a história da exploração espacial ainda guarda registros que ainda precisam de mais análises e investigações.
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