SpaceX dispara e já lançou 1.000 satélites Starlink em 2026
Empresa de Elon Musk lançou 29 satélites Starlink e atingiu a marca de 1.002 unidades enviadas à órbita em 2026.

A SpaceX alcançou mais um marco no seu ritmo intenso de lançamentos. Na manhã desta terça-feira (14), a empresa enviou seu milésimo satélite Starlink do ano com um foguete Falcon 9 lançado de Cabo Canaveral, na Flórida, nos EUA.
A missão, chamada Starlink 10-24, decolou às 6h33, no horário de Brasília. O foguete partiu da base Space Launch Complex 40, na Cape Canaveral Space Force Station, e seguiu em trajetória para nordeste logo após deixar a plataforma.
Um número que chama atenção
De acordo com o Spaceflight Now, o lançamento levou 29 satélites de banda larga para a órbita baixa da Terra. Com isso, a SpaceX chegou a 1.002 satélites Starlink enviados ao espaço apenas em 2026.
Esse foi o 37º voo dedicado à Starlink no ano. Ou seja, a companhia mantém uma cadência que poucas empresas espaciais conseguem acompanhar. Cada nova missão amplia a infraestrutura da rede de internet via satélite, que opera a partir do espaço para atender usuários em solo.
O foguete e o pouso do propulsor
A missão usou o primeiro estágio Falcon 9 de número B1080. Este foi o 26º voo desse mesmo propulsor, que já participou de missões como Axiom Mission 2, Axiom Mission 3 e CRS-30.
Cerca de 8 minutos e 30 segundos após a decolagem, o propulsor B1080 pousou em um navio-drone, posicionado no Oceano Atlântico. O pouso marcou a 157ª aterrissagem nesse navio e a 598ª aterrissagem de propulsores da SpaceX até hoje.
Por que esse lançamento importa
O marco de 1.000 satélites Starlink em 2026 chama atenção por dois motivos. Primeiro, porque mostra a escala industrial que a SpaceX alcançou em suas operações. Segundo, porque indica como a empresa trata lançamentos frequentes como parte de uma rotina, e não mais como eventos raros.
A missão também reforça o papel central do Falcon 9 nessa engrenagem. O foguete não apenas colocou 29 satélites em órbita, como ainda retornou com segurança em seu estágio principal. Isso mantém viva a lógica de reaproveitamento que ajudou a mudar o setor espacial nos últimos anos.
Sobre o Autor
0 Comentários